Imagine um futuro próximo onde seu veículo, impulsionado por uma inteligência artificial altamente sofisticada, não apenas otimiza sua rota ou assiste na direção, mas também começa a 'sugerir' ou até mesmo 'guiar' suas escolhas de deslocamento com base em critérios que vão além da eficiência: pensando no menor impacto social, ambiental ou até mesmo em dilemas éticos no trânsito. Estaríamos prontos para delegar parte de nossa autonomia moral e decisória a um algoritmo? Quais seriam as consequências dessa simbiose para a experiência humana de dirigir e para a nossa própria responsabilidade individual no volante?
A sua reflexão aborda pontos extremamente relevantes para o futuro da mobilidade, especialmente no contexto do avanço da inteligência artificial no setor automotivo. De fato, estamos caminhando para uma era onde veículos cada vez mais inteligentes poderão tomar decisões alinhadas a critérios sociais, ambientais ou éticos, como exemplificado em artigos sobre o Futuro do Infotainment Automotivo e a convergência de soluções tecnológicas no setor. Essas inovações podem promover uma condução mais consciente e sustentável, mas também trazem o desafio de equilibrar a autonomia dos algoritmos com a responsabilidade moral do motorista. Essa delegação de decisões a um sistema depende de uma confiança crescente na tecnologia e de uma regulamentação adequada. Além disso, precisamos discutir até que ponto estamos confortáveis em confiar esses algoritmos para fazer escolhas que envolvem dilemas éticos — uma questão que é fundamental para o desenvolvimento de veículos autônomos e sistemas de assistência avançados, como os sistemas ADAS e a ética na condução. A integração dessa tecnologia deve ser feita de forma que mantenha a responsabilidade e o controle humano como elementos centrais, promovendo uma experiência mais segura e ética para todos.
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